quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Marketing Viral: Alerta sobre câncer de mama

Do blog "Bombou na web":

Os funcionários do hospital St. Vincent Medical Center, em Portland, nos Estados Unidos, fizeram uma bem-humorada campanha de alerta sobre o câncer de mama. De médico a faxineiros, todos dançaram nas dependências do hospital vestindo luvas cor-de-rosa. A música de fundo foi “Down”, do rapper Jay Sean. O vídeo foi visto mais de 2,5 milhões de vezes.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Manifesto: Publicidade Infantil NÃO


Apoio e repasso o manifesto abaixo, retirado daqui:

MANIFESTO pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil

Em defesa dos diretos da infância, da Justiça e da construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira, pessoas, organizações e entidades abaixo assinadas reafirmam a importância da proteção da criança frente aos apelos mercadológicos e pedem o fim das mensagens publicitárias dirigidas ao público infantil.

A criança é hipervulnerável. Ainda está em processo de desenvolvimento bio-físico e psíquico. Por isso, não possui a totalidade das habilidades necessárias para o desempenho de uma adequada interpretação crítica dos inúmeros apelos mercadológicos que lhe são especialmente dirigidos.

Consideramos que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança deveria ser voltada aos seus pais ou responsáveis, estes sim, com condições muito mais favoráveis de análise e discernimento. Acreditamos que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente quando se sabe que 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados pelo marketing.

A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce.

Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.

Por tudo isso, pedimos, respeitosamente, àqueles que representam os Poderes da Nação que se comprometam com a infância brasileira e efetivamente promovam o fim da publicidade e da comunicação mercadológica voltada ao público menor de 12 anos de idade.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"I'm Yours" em duas versões

Primeiro, Jason Mraz e acompanhante numa versão de I'm yours cheia de reggae.

Depois, um garotinho de 5 anos fazendo arte com um ukelele, e já com mais de 4 milhões de assistentes. Incrível!



O futebol visto pela propaganda

Retirei do blog do Juca esta crítica muito boa da propaganda da Brahma:


No 'Estadão' de hoje:

Guerreiros ou brameiros

Ugo Giorgetti

Não sei por que ando pensando muito num comercial da Brahma que andou, ou anda, pelas televisões.

De fato ele não me sai da cabeça.

Fiquei tão intrigado que recorri até ao site do Clube de Criação de S.Paulo, onde não só o encontrei na íntegra, como tive a surpresa de encontrar também declarações do diretor de marketing da Brahma que, por sua vez, vieram aumentar meu assombro.

Queria, logo de início, pedir licença ao diretor da empresa para refutar uma de suas declarações.

Diz ele: "Com a campanha não queremos impor nada a ninguém. Queremos apenas ser porta-vozes do povo brasileiro."

Bem, meu porta-voz esse comercial não é, isso eu posso garantir.

E, espero, também não seja de boa parte do povo brasileiro.

Para quem não sabe, o comercial descreve a atitude ideal do torcedor brasileiro em relação à Copa do Mundo que se aproxima.

Consta de uma sucessão de imagens bélicas e melodramáticas, onde supostos torcedores carrancudos, gritam, choram e batem no peito.

Para deixar ainda mais claro a observadores menos atentos que o que se espera realmente são guerras e batalhas, mistura essas cenas com outras, fictícias, devidamente produzidas e filmadas, de um grande exército medieval em ação.

Se as imagens falam por si, o pior é o som.

Vozes jovens alucinadas urrando palavras de ordem num tom ameaçador, histérico, a lembrar manifestações das mais radicais e intolerantes agrupamentos que, infelizmente, existem no interior de qualquer sociedade.

Eu me permito transcrever algumas das frases vociferadas: "Eu queria que a seleção fosse para a Copa, como quem vai para uma batalha!" "Eu quero guerreiros!", "Vamos para a guerra juntos! 180 milhões de guerreiros!" "Sou guerreiro!" No final do filme, num golpe de surrealismo que faria as delícias de Luis Buñuel, o locutor, contrariando o tom anterior de toda a mensagem, recomenda sabiamente: "Beba com moderação."

O diretor de marketing da Brahma, no mesmo site do Clube de Criação continua: "A mensagem que queremos passar ao torcedor é que, além de ser a primeira marca brasileira a patrocinar oficialmente uma Copa do Mundo, o desejo da Brahma é despertar a atitude guerreira da seleção em todos os 190 milhões de brasileiros."

Com todo o respeito que tenho pela Brahma, cuja publicidade acompanho, até por dever de ofício, há mais de quarenta anos, e que me pareceu sempre celebrar a alegria e a irreverência popular, essas declarações inspiram alguns comentários.

O que eu espero da seleção é que jogue bola.

Acho que o que nos derrotou em 2006 não foi a falta de guerreiros, mas foi o Zidane, que não era exatamente um guerreiro.

Quanto aos 190 milhões, espero que honrem nossa tradição de saber perder, como fizemos em 1950 em pleno Maracanã, ou como fizemos em 1982, encantando o mundo.

O resto é apenas apelar para o que há de pior na sociedade brasileira.

Que é o que faz esse equivocado comercial dessa grande empresa.

E de repente, a razão pela qual penso nele com tanta freqüência me aparece claramente: é que, de certo modo, o confundo com as cenas reais que aconteceram no estádio do Curitiba domingo passado.

Ao revê-las me ocorre uma pergunta: os torcedores que, ensandecidos, fizeram o que fizeram no Paraná seriam "guerreiros" ou "brameiros"?

Ou os dois?

Infelizmente não foi possível alertá-los para invadirem e quebrarem tudo "com moderação".
 

Link para o Juca, aqui.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Veríssimo às quintas


O Analista de Bagé


Luis Fernando Verissimo


Certas cidades não conseguem se livrar da reputação injusta que, por alguma razão, possuem. Algumas das pessoas mais sensíveis e menos grossas que eu conheço vem de Bagé, assim como algumas das menos afetadas são de Pelotas. Mas não adianta. Estas histórias do psicanalista de Bagé são provavelmente apócrifas (como diria o próprio analista de Bagé, história apócrifa é mentira bem educada) mas, pensando bem, ele não poderia vir de outro lugar.

Pues, diz que o divã no consultório do analista de Bagé é forrado com um pelego. Ele recebe os pacientes de bombacha e pé no chão.

— Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.

— O senhor quer que eu deite logo no divã?

— Bom, se o amigo quiser dançar uma marca, antes, esteja a gosto. Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro.

— Certo, certo. Eu...

— Aceita um mate?

— Um quê? Ah, não. Obrigado.

— Pos desembucha.

— Antes, eu queria saber. O senhor é freudiano?

— Sou e sustento. Mais ortodoxo que reclame de xarope.

— Certo. Bem. Acho que o meu problema é com a minha mãe

— Outro.

— Outro?

— Complexo de Édipo. Dá mais que pereba em moleque.

— E o senhor acha...

— Eu acho uma pôca vergonha.

— Mas...

— Vai te metê na zona e deixa a velha em paz, tchê!

~//~

Contam que outra vez um casal pediu para consultar, juntos, o analista de Bagé. Ele, a princípio, não achou muito ortodoxo.

— Quem gosta de aglomeramento é mosca em bicheira... Mas acabou concordando.

— Se abanquem, se abanquem no más. Mas que parelha buenacha, tchê! . Qual é o causo?

— Bem — disse o home — é que nós tivemos um desentendimento...

— Mas tu também é um bagual. Tu não sabe que em mulher e cavalo novo não se mete a espora?

— Eu não meti a espora. Não é, meu bem?

— Não fala comigo!

— Mas essa aí tá mais nervosa que gato em dia de faxina.

— Ela tem um problema de carência afetiva...

— Eu não sou de muita frescura. Lá de onde eu venho, carência afetiva é falta de homem.

— Nós estamos justamente atravessando uma crise de relacionamento porque ela tem procurado experiências extraconjugais e...

— Epa. Opa. Quer dizer que a negra velha é que nem luva de maquinista? Tão folgada que qualquer um bota a mão?

— Nós somos pessoas modernas. Ela está tentando encontrar o verdadeiro eu, entende?

— Ela tá procurando o verdadeiro tu nos outros?

— O verdadeiro eu, não. O verdadeiro eu dela.

— Mas isto tá ficando mais enrolado que lingüiça de venda. Te deita no pelego.

— Eu?

— Ela. Tu espera na salinha.


Texto extraído do livro "O gigolô das palavras", L&PM Editores – Porto Alegre, 1982, pág. 78.

Link para o site, aqui.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Causos de bambas: Milagre de transformação


"Monsenhor Cançado depositou os olhos na leitoa defunta, corada e mordendo duas azeitonas. Nos frangos, assado um, ensopado o outro. No empadão de galinha caipira. E correu-lhe na espinha profunda o arrepio dos iluminados e a fé fortaleceu-se.


Mal agradeceu ao Senhor – pelo tempo da persignação, jamais pelo teor religioso – cravou o guardanapo na gola da batina e meteu boca à obra.


Nisso, o padre local detonou:


– Mas Monsenhor... Estamos na Quaresma e hoje é sexta-feira. Vossa Eminência vai comer carne?!


O pastor de almas levantou-se, fez as mãos postas, concentrou-se numa surda oração em latim, traçou no ar a figura de uma cruz sobre a leitoa e demais companheiros de feliz infortúnio e declarou:


– Te batizo dourado, linguado e garoupa!


Não deixou migalha".


Link para o site, aqui.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Belle and Sebastian - There's Too Much Love

Uma de minhas bandas preferidas, os escoceses do Belle and Sebastian, com clipes do Charlie Brown. Uma delícia!

Numa semana cheia de mensalões e picaretagens, é bom saber que "there's too much love" (existe amor demais).

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Nassif disseca os esquemas de corrupção


Luiz Nassif faz excelente análise das mazelas do modelo político e seus "propinodutos", mostrando os porquês, quem paga e já antecipando uma visão de futuro.

Vejam abaixo:

A corrupção intrínseca do modelo político
Do Último Segundo

Coluna Econômica – 04/12/2009

Os episódio envolvendo o governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (DEM) completa o quadro da política brasileira.

Arruda era um dos mais cotados para vice-presidente da chapa de José Serra. As empresas flagradas pela Polícia Federal com esquemas pesados de propina atuaram, antes, na Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria da Saúde – que no mesmo período (gestão Serra) terceirizou os serviços de radiologia para uma empresa sem tradição no ramo. Sem licitação.

Significa que o governo federal é diferente do governo do DF ou de São Paulo? Não, em absoluto. Significa que, no modelo político atual, todos são iguais.


Nos últimos anos, o jogo de financiamento de caixa 2 concentrou-se na área de serviços. Ainda há esquemas pesados nas obras físicas, entre as empreiteiras. Os Tribunais de Contas – especialmente o da União – , no entanto, desenvolveram metodologias aprimoradas para cercar os preços das obras físicas.

A corrupção enveredou, então, pela área de serviços e de sistemas – onde há grande dose de capital intelectual, de difícil aferição.


O jogo é curioso e repete, no inverso, o que ocorria antes da chegada do PT ao poder. Quem estava no Executivo – governo FHC – conseguia o financiamento de campanha em grandes contratos públicos ou nos programas de privatização. Ao PT restava os contratos com empresas de serviço municipais – lixo, ônibus etc.

Com o PT no poder, inverteu-se o jogo. O governo federal controla os grandes contratos e a oposição teve que partir para contratos miúdos que até agora só não merecem manchetes escandalosas por conta da blindagem proporcionada pela grande mídia.


O modelo de corrupção é simples. A figura central desse jogo é o que se poderia batizar de empreendedor de jogadas. É o sujeito que aprende como operar com o setor público e bancar as propinas políticas deixando o mínimo de rastro. Cada partido, em geral, trabalha com seus próprios operadores.

Depois, o know-how acumulado em um estado é exportado para estados vizinhos de governadores aliados.


As empresas envolvidas no escândalo da merenda escolar da Prefeitura de São Paulo, por exemplo, aparecem no governo Yeda Crusius. A CTIS, empresa de aluguel de equipamentos de informática, surgiu em Brasília no governo passado. Hoje em dia, leva a maioria dos contratos de São Paulo.

O mesmo aconteceu com a Positivo, que se transformou no maior montador de computadores do país graças aos contratos com a área pública. Em São Paulo, a Secretaria da Educação adquiriu notebooks Positivo para venda aos professores – com sistema Office incluído. Os preços não eram muito diferentes dos de varejo, adquiridos individualmente.


Nas áreas de limpeza e de terceirização de mão-de-obra estão dentre as prediletas para jogadas. Cada partido tem as empresas afilhadas cuja atuação, muitas vezes, é exportada para estados de aliados.

No caso de terceirização, por exemplo, a empresa que domina os contratos de São Paulo é a Tejofran. Em Brasilia, a Capital Federal.


Só que a tendência é tudo isso virar escândalo. O que obrigará, em breve, a mudanças no modelo político.


Link para o Nassif, aqui.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Veríssimo às quintas - Os Moralistas



— Você pensou bem no que vai fazer, Paulo?

— Pensei. Já estou decidido. Agora não volto atrás.

— Olhe lá, hein, rapaz...

Paulo está ao mesmo tempo comovido e surpreso com os três amigos. Assim que souberam do seu divórcio iminente, correram para visitá-lo no hotel. A solidariedade lhe faz bem. Mas não entende aquela insistência deles em dissuadi-lo. Afinal, todos sabiam que ele não se acertava com a mulher.

— Pense um pouco mais, Paulo. Reflita. Essas decisões súbitas...

— Mas que súbitas? Estamos praticamente separados há um ano!

— Dê outra chance ao seu casamento, Paulo.

— A Margarida é uma ótima mulher.

— Espera um pouquinho. Você mesmo deixou de freqüentar nossa casa por causa da Margarida. Depois que ela chamou vocês de bêbados e expulsou todo mundo.

— E fez muito bem. Nós estávamos bêbados e tínhamos que ser expulsos.

— Outra coisa, Paulo. O divórcio. Sei lá.

— Eu não entendo mais nada. Você sempre defendeu o divórcio!

— É. Mas quando acontece com um amigo...

— Olha, Paulo. Eu não sou moralista. Mas acho a família uma coisa importantíssima. Acho que a família merece qualquer sacrifício.

— Pense nas crianças, Paulo. No trauma.

— Mas nós não temos filhos!

— Nos filhos dos outros, então. No mau exemplo.

— Mas isto é um absurdo! Vocês estão falando como se fosse o fim do mundo. Hoje, o divórcio é uma coisa comum. Não vai mudar nada.

— Como, não muda nada?

— Muda tudo!

— Você não sabe o que está dizendo, Paulo! Muda tudo.

— Muda o quê?

— Bom, pra começar, você não vai poder mais freqüentar as nossas casas.

— As mulheres não vão tolerar.

— Você se transformará num pária social, Paulo.

— O quê?!

— Fora de brincadeira. Um reprobo.

— Puxa. Eu nunca pensei que vocês...

— Pense bem, Paulo. Dê tempo ao tempo.

— Deixe pra decidir depois. Passado o verão.

— Reflita, Paulo. É uma decisão seriíssima. Deixe para mais tarde.

— Está bem. Se vocês insistem...

Na saída, os três amigos conversam:

— Será que ele se convenceu?

— Acho que sim. Pelo menos vai adiar.

— E no solteiros contra casados da praia, este ano, ainda teremos ele no gol.

— Também, a idéia dele. Largar o gol dos casados logo agora. Em cima da hora. Quando não dava mais para arranjar substituto.

— Os casados nunca terão um goleiro como ele.

— Se insistirmos bastante, ele desiste definitivamente do divórcio.

— Vai agüentar a Margarida pelo resto da vida.

— Pelo time dos casados, qualquer sacrifício serve.

— Me diz uma coisa. Como divorciado, ele podia jogar no time dos solteiros?

— Podia.

— Impensável.

— É.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não é reprobo. É réprobo. Acento no "e".

— Mas funcionou, não funcionou?



Texto extraído do livro "As Mentiras que os Homens Contam", Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2000, pág. 41.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Animação: Pigeon: Impossible

Do site Bombou na web:

"Numa divertida animação, um agente secreto em começo de carreira se vê metido em confusão quando um pombo resolve roubar sua comida e fica preso à maleta. Acidentalmente, a ave aperta a ignição de um míssil nuclear contra a Rússia. No fim, a Rússia se salva. Já o pombo… O vídeo, divulgado no YouTube pelo próprio autor, o animador Lucas Martell, teve quase 600 mil acessos."

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Causos de bambas : Conta paga na poesia


"Nascido em Pedra Branca, no Ceará, e morto em 1948, o poeta Leonardo Mota era um sujeito engraçadíssimo e tremendo bom caráter.


Num momento de pouquíssimo dinheiro (pindaíba braba) num hotel em Belo Horizonte, cujo dono chamava-se Maleta e vivia acossando-o, o poeta pôs-se a meditar ao longo da noite.


Na manhã seguinte, endividado até a alma e já sem desculpa pelo atraso do aluguel, deu ao senhorio o seguinte poema:


"Meu caro amigo Maleta

Tenha pena do poeta

Eu vejo a coisa tão preta

Que não posso ser profeta


Posso-lá dizer-lhe a data

Em que terei a dita

De pagar esta maldita

Conta que tanto me mata?


Não sou sujeito de fita

E por isso evito a rata

De dizer-lhe a data exata

Em que esta conta se quita


A paciência se esgota

Imagine a minha luta

Que vida filha da puta

Saudações, Leonardo Mota"


Ganhou mais um mês de prazo para saldar o aluguel".


Fonte: kauzusdibamba.blogspot.com