Vejam este ótimo flash mob com um almoço no shopping regado a um coro cantando Hallelujah de Haendel.
Aumente bem o som, pois é imperdível!!!
Através desta maravilha, recebam meus votos de boas festas e um grande Ano Novo!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Barack Obama fala sobre fé e estado laico
Brilhante colocação de Obama sobre a separação entre religião e Estado. É absurdo que assunto tão velho seja novamente trazido à baila por oportunistas e manipuladores da fé alheia tanto nos EUA quanto no Brasil.
Peguei no Sátiro.
Peguei no Sátiro.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Mudança de gerações: Quem está no controle?
Vídeo instigante sobre a geração Y (Millennials), os nascidos nos anos 90 e as transformações culturais, sociais e de consumo trazidas por eles.
Dica preciosa da Mariana Sousa, tirado do Blog da Talk:
Dica preciosa da Mariana Sousa, tirado do Blog da Talk:
We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Programa "emagrece" atores na tela da TV ou cinema
Matéria tirada do portal R7:
Pesquisadores alemães desenvolveram um programa que modifica a forma do corpo humano na tela e permite adaptar o aspecto dos atores às necessidades do roteiro sem que tenham que se submeter a dietas, informou nesta sexta-feira (8) a revista científica New Scientist.
A tecnologia é capaz de alterar a altura, o peso, o comprimento das pernas e da musculatura de uma pessoa por meio da mistura de suas características físicas com as de modelos corporais padrões baseados na análise e captação em 3D da forma 120 homens e mulheres.
O programa usa como base a imagem do usuário e acompanha seus movimentos para processá-lo como um sujeito modificável sobre o qual, posteriormente, são aplicadas as alterações.
Um software como esse poderia terminar com as dietas, em ocasiões extremas, que alguns atores têm de se submeter para conseguir representar fisicamente seus personagens.
Robert De Niro, por exemplo, precisou engordar 27 kg para seu papel em O Touro Indomável, uma situação parecida com a da atriz Charlize Theron, quando gravou Monster - Desejo Assassino, em 2003, a do ator britânico Christian Bale, que chegou a emagrecer cerca de 50 kg para O Maquinista, de 2004, e a do americano Tom Hanks, que também teve de sofrer uma grande transformação para o longa O Náufrago (2000).
O sistema foi criado pelo Instituto de Informática Max Planck, na Alemanha, e será apresentado oficialmente em dezembro na Conferência Siggraph Ásia, na Coreia do Sul.
Pesquisadores alemães desenvolveram um programa que modifica a forma do corpo humano na tela e permite adaptar o aspecto dos atores às necessidades do roteiro sem que tenham que se submeter a dietas, informou nesta sexta-feira (8) a revista científica New Scientist.
A tecnologia é capaz de alterar a altura, o peso, o comprimento das pernas e da musculatura de uma pessoa por meio da mistura de suas características físicas com as de modelos corporais padrões baseados na análise e captação em 3D da forma 120 homens e mulheres.
O programa usa como base a imagem do usuário e acompanha seus movimentos para processá-lo como um sujeito modificável sobre o qual, posteriormente, são aplicadas as alterações.
Um software como esse poderia terminar com as dietas, em ocasiões extremas, que alguns atores têm de se submeter para conseguir representar fisicamente seus personagens.
Robert De Niro, por exemplo, precisou engordar 27 kg para seu papel em O Touro Indomável, uma situação parecida com a da atriz Charlize Theron, quando gravou Monster - Desejo Assassino, em 2003, a do ator britânico Christian Bale, que chegou a emagrecer cerca de 50 kg para O Maquinista, de 2004, e a do americano Tom Hanks, que também teve de sofrer uma grande transformação para o longa O Náufrago (2000).
O sistema foi criado pelo Instituto de Informática Max Planck, na Alemanha, e será apresentado oficialmente em dezembro na Conferência Siggraph Ásia, na Coreia do Sul.
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domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Lendo jornal no ipad
O leitor eletrônico para os novos tempos já existe. Falta aparecer uma imprensa de melhor qualidade do que globos, folhas e estadões... A esperança, porém, é a última que morre.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Vídeo - Vida Maria
Dica do Nassif:
Vídeo de Márcio Ramos apresentado na abertura do seminário "Escola Contemporânea: Novos Tempos e Espaços", mostrando o ciclo perverso do não acesso à educação na vida de tantas Marias.
Uma "pancada na consciência".
Vídeo de Márcio Ramos apresentado na abertura do seminário "Escola Contemporânea: Novos Tempos e Espaços", mostrando o ciclo perverso do não acesso à educação na vida de tantas Marias.
Uma "pancada na consciência".
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Quino e a mudança dos valores
Do excelente blog "Tijolaço":
O desenhista argentino Joaquin Salvador Lavado, mundialmente conhecido como o Quino, autor da famosíssima tira “Mafalda” resumiu, em oito quadrinhos,o dilema das mudanças de valores nas sociedades atuais.
O desenhista argentino Joaquin Salvador Lavado, mundialmente conhecido como o Quino, autor da famosíssima tira “Mafalda” resumiu, em oito quadrinhos,o dilema das mudanças de valores nas sociedades atuais.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Belle & Sebastian - There's Too Much Love
Ñós, os quarentões, vivenciamos um período entre os anos 60 e 80 com tantos cantores e grupos musicais extraordinários que tendemos a reforçar o velho bordão que diz que "a música atual não chega aos pés daquela do passado".
Aí aparecem uns sujeitos fazendo um som tão bom quanto aquele, só para animar os fãs da boa música. Estou falando especificamente dos escoceses do Belle and Sebastian, uma das minhas bandas favoritas. Eles vieram ao Brasil em 2001 e voltam este ano, infelizmente só em São Paulo.
O Lúcio Ribeiro, no seu blog, resgatou uma session deles em São Paulo, com a lindíssima "There's too much love" (Ja postei um clipe dela no blog há alguns meses), que compartilho com você:
Aí aparecem uns sujeitos fazendo um som tão bom quanto aquele, só para animar os fãs da boa música. Estou falando especificamente dos escoceses do Belle and Sebastian, uma das minhas bandas favoritas. Eles vieram ao Brasil em 2001 e voltam este ano, infelizmente só em São Paulo.
O Lúcio Ribeiro, no seu blog, resgatou uma session deles em São Paulo, com a lindíssima "There's too much love" (Ja postei um clipe dela no blog há alguns meses), que compartilho com você:
Comercial premiado: John Lewis - Always a woman
O meu aluno e amigo Carlos Henrique me envia o link para este belo trabalho da loja de departamentos britânica John Lewis, mostrando as fases da vida de uma mulher. Ótima sequência e uma trilha sonora tocante de Fyfe Dangerfield, chamada "Always A Woman"
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Músicos ao redor do mundo: Chanda Mama
A música é uma linguagem universal. Esta belíssima canção popular indiana faz parte do projeto "Playing for Change" (que rendeu um belo CD e DVD) no qual uma equipe liderada por Mark Johnson filmou e gravou durante anos mais de 100 cantores anônimos nos cinco contimentes, "juntando-os" em inesquecíveis encontros. Uma oportunidade única de enxergar as diferenças sobre um prisma diferente, sem nenhum tipo de preconceito.
domingo, 13 de junho de 2010
Geopolítica: Deu no New York Times...

Tem gente que acredita em coincidências, outros não. Esta é extraordinária: Os EUA invadem um país miserável e atrasado, o Afeganistão, para "instalar um regime democrático e combater a Al-qaeda e o Taliban", segundo o discurso oficial. Lá estando, vejam "que coincidência", eles descobrem reservas de minerais estratégicos que valem 1,8 trilhão de dólares, o que representa 150 vezes o PIB anual do país invadido.
O próprio texto do jornal diz, com a maior inocência, que "informações técnicas estão sendo preparadas para serem entregues a multinacionais de mineração e outros potenciais investidores".
Viva o capitalismo!
EUA descobrem R$ 1,8 trilhão em reservas minerais no Afeganistão, diz NYT
Os Estados Unidos descobriram quase US$ 1 trilhão (cerca de R$ 1,8 trilhão) em reservas minerais inexploradas no Afeganistão, bem longe de quaisquer reservas já conhecidas e grandes o suficiente para mudar a economia e até o destino da guerra nesse país da Ásia, segundo autoridades de alto escalão do governo americano ouvidas pelo jornal "The New York Times".
Arte/Folha
O valor das reservas descobertas são gigantescos se comparado à atual economia afegã destroçada pela guerra, altamente dependente da produção de ópio e do tráfico de narcóticos, bem como de ajuda dos EUA e de outros países, diz o jornal. O produto interno bruto atual do Afeganistão é de apenas cerca de US$ 12 bilhões (R$ 21,6 bilhões).
(...) A descoberta envolve depósitos tão grandes de ferro, cobre, cobalto, ouro e metais fundamentais para a indústria, como o lítio, que poderiam transformar o Afeganistão em um dos principais centros de mineração do mundo, afirmaram as autoridades dos EUA ao "NYT".
Segundo um documento interno do Pentágono, por exemplo, o Afeganistão poderia se tornar a "Arábia Saudita do lítio", um material extremamente importante para a fabricação de baterias para laptops e celulares, segundo o jornal.
A descoberta foi fruto do trabalho de uma pequena equipe de oficiais do Pentágono e geólogos americanos, e o governo afegão teria sido recentemente comunicado superficialmente sobre o assunto, segundo as autoridades ouvidas pelo "NYT".
Ainda que possa levar anos para que uma indústria de mineração se desenvolva no país, o potencial é tão bom que autoridades e executivos da área acreditam que poderia atrair grandes investimentos mesmo antes de as minas se tornarem rentáveis, gerando empregos após gerações de guerra, informa o jornal.
Virtualmente com nenhuma indústria ou infraestrutura de mineração em operação atualmente, levaria décadas para o Afeganistão conseguir explorar esse potencial completamente.
(...) Uma força-tarefa do Pentágono já começou a tentar ajudar o governo afegão a estabelecer um sistema para lidar com o desenvolvimento da mineração. Empresas internacionais de contabilidade com experiência em contratos de mineração foram contratadas para prestar consultoria junto ao Ministério de Minas do Afeganistão, informa o jornal americano. Informações técnicas estão sendo preparadas para serem entregues a multinacionais de mineração e outros potenciais investidores. (...)
A notícia completa está aqui.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Terço - Criaturas da Noite
Na minha opinião, O Terço é a melhor banda de rock progressivo das Minas Gerais, em todos os tempos. Aqui uma apresentação do hino "Criaturas da Noite", acompanhado de orquestra. Ai, que saudade!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Para entender as finanças mundiais: A cigarra e a formiga
Martin Wolf, notável articulista americano, "pegou emprestado" de La Fontaine a fábula da cigarra e da formiga para escrever com impressionante clareza a complicada relação entre as cigarras (EUA e outros países ricos) e as formigas (China, Japão, Coréia e também o Brasil). Uma coisa é garantida: o desequilíbrio dos mercados mundiais está muito distante de ser solucionado...
Quando as formigas chinesas pedirem às cigarras americanas que paguem sua dívida, elas vão reduzir o valor da dívida e a poupança das formigas perderá valor
Todo mundo no Ocidente conhece a fábula da cigarra e a formiga. A cigarra preguiçosa canta durante todo o verão, ao passo que as formigas poupam para o inverno. Quando o frio chega, a cigarra pede alimento à formiga. A formiga recusa-se a dar e a cigarra morre de fome. A moral da história? O ócio gera escassez.
Contudo, a vida é mais complexa do que na fábula de Esopo. Hoje, as formigas são alemães, chineses e japoneses, enquanto as cigarras são americanos, britânicos, gregos, irlandeses e espanhóis. As formigas produzem bens sedutores que as cigarras desejam comprar. A cigarra pergunta se as formigas querem algo em troca. "Não", respondem as formigas. "Vocês não têm nada que queiramos, exceto, talvez, um lugar a beira-mar. Nós vamos lhes emprestar dinheiro. Dessa forma, vocês poderão desfrutar nossos produtos e nós acumularemos reservas".
As formigas e as cigarras ficam felizes. Sendo frugais e prudentes, as formigas depositam suas rendas excedentes em bancos supostamente seguros, que as reemprestam às cigarras. Estas, por sua vez, não precisam mais produzir bens, uma vez que as formigas os fornecem a preços baixos. Mas as formigas não vendem casas, shopping centers ou escritórios às cigarras. Por isso são as cigarras que os constroem. Elas podem até mesmo pedir às formigas que venham para que executem o trabalho. As cigarras se dão conta de que com todo esse afluxo de dinheiro, o preço dos terrenos sobem. Então, as cigarras tomam mais empréstimos e gastam mais.
As formigas são muito melhores na fabricação de produtos reais do que na avaliação de produtos financeiros. Então as cigarras descobrem maneiras inteligentes de empacotar seus empréstimos em ativos atraentes para os bancos das formigas.
Agora, o formigueiro alemão está muito perto de algumas pequenas colônias de cigarras. As formigas alemãs dizem: "Nós queremos ser amigas. Então, por que não usamos todos o mesmo dinheiro? Mas, primeiro, vocês devem prometer comportarem-se como formigas para sempre". Para isso, as cigarras têm de passar por um teste: comportarem-se como formigas por alguns anos. As cigarras passam no teste e então são autorizadas a adotar o dinheiro da Europa.
Todos vivem felizes, por um tempo. As formigas alemãs observam seus empréstimos às cigarras e sentem-se ricas. Enquanto isso, nas colônias de cigarras ...
Se você está gostando da estória, leia o restante clicando aqui.
Autor: Martin Wolf
Valor Econômico - 26/05/2010
Capturado do Blog do Azenha
Quando as formigas chinesas pedirem às cigarras americanas que paguem sua dívida, elas vão reduzir o valor da dívida e a poupança das formigas perderá valor
Todo mundo no Ocidente conhece a fábula da cigarra e a formiga. A cigarra preguiçosa canta durante todo o verão, ao passo que as formigas poupam para o inverno. Quando o frio chega, a cigarra pede alimento à formiga. A formiga recusa-se a dar e a cigarra morre de fome. A moral da história? O ócio gera escassez.
Contudo, a vida é mais complexa do que na fábula de Esopo. Hoje, as formigas são alemães, chineses e japoneses, enquanto as cigarras são americanos, britânicos, gregos, irlandeses e espanhóis. As formigas produzem bens sedutores que as cigarras desejam comprar. A cigarra pergunta se as formigas querem algo em troca. "Não", respondem as formigas. "Vocês não têm nada que queiramos, exceto, talvez, um lugar a beira-mar. Nós vamos lhes emprestar dinheiro. Dessa forma, vocês poderão desfrutar nossos produtos e nós acumularemos reservas".
As formigas e as cigarras ficam felizes. Sendo frugais e prudentes, as formigas depositam suas rendas excedentes em bancos supostamente seguros, que as reemprestam às cigarras. Estas, por sua vez, não precisam mais produzir bens, uma vez que as formigas os fornecem a preços baixos. Mas as formigas não vendem casas, shopping centers ou escritórios às cigarras. Por isso são as cigarras que os constroem. Elas podem até mesmo pedir às formigas que venham para que executem o trabalho. As cigarras se dão conta de que com todo esse afluxo de dinheiro, o preço dos terrenos sobem. Então, as cigarras tomam mais empréstimos e gastam mais.
As formigas são muito melhores na fabricação de produtos reais do que na avaliação de produtos financeiros. Então as cigarras descobrem maneiras inteligentes de empacotar seus empréstimos em ativos atraentes para os bancos das formigas.
Agora, o formigueiro alemão está muito perto de algumas pequenas colônias de cigarras. As formigas alemãs dizem: "Nós queremos ser amigas. Então, por que não usamos todos o mesmo dinheiro? Mas, primeiro, vocês devem prometer comportarem-se como formigas para sempre". Para isso, as cigarras têm de passar por um teste: comportarem-se como formigas por alguns anos. As cigarras passam no teste e então são autorizadas a adotar o dinheiro da Europa.
Todos vivem felizes, por um tempo. As formigas alemãs observam seus empréstimos às cigarras e sentem-se ricas. Enquanto isso, nas colônias de cigarras ...
Se você está gostando da estória, leia o restante clicando aqui.
Autor: Martin Wolf
Valor Econômico - 26/05/2010
Capturado do Blog do Azenha
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sábado, 29 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Fagner canta Patativa de Assaré: Vaca Estrela e Boi Fubá
Passeando no blog do Nassif, encontrei esta preciosidade, que era "figurinha repetida" no meu aparelho de som nos anos 80. Simplesmente imperdível!!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Lady Gaga cover: Bad Romance (Imperdível!!!)
Pesquei no Bombou na Web este vídeo engraçadíssimo do grupo amador norteamericano chamado On the rocks fazendo um cover da música Bad Romance de Lady Gaga.
Segundo o site do grupo, o On the Rocks é o primeiro grupo da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, que reúne apenas homens cantando a capella. O vídeo já foi assistido 3 milhões de vezes no youtube.
Para quem quiser ver a Lady Gaga original, clique aqui.
"Tudo de bom", e sem instrumentos...
Segundo o site do grupo, o On the Rocks é o primeiro grupo da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, que reúne apenas homens cantando a capella. O vídeo já foi assistido 3 milhões de vezes no youtube.
Para quem quiser ver a Lady Gaga original, clique aqui.
"Tudo de bom", e sem instrumentos...
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Da série: "Frases que mudam o mundo"
terça-feira, 20 de abril de 2010
Roberta Sá e MPB-4: Desenredo
Ceta vez o Nassif escreveu no seu blog que algumas músicas devem ser ouvidas "de joelhos". Esta é uma delas, totalmente imperdível:
"Eh, Minas, eh Minas, é hora de partir, eu vou, vou me embora prá bem longe..."
"Eh, Minas, eh Minas, é hora de partir, eu vou, vou me embora prá bem longe..."
terça-feira, 13 de abril de 2010
Como arrumar um marido rico????

SAIU NUMA REVISTA DE FINANÇAS
Uma moça escreveu um email para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".
Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada
Leiam...
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Mensagem/email da MOÇA:
Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?
Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" (Rafaela S.)
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Mensagem/resposta do RAPAZ:
Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas tem um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos.
E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano.
E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.
Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo!
Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar...Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe, e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer
um 'test drive' antes de fechar o negócio...podemos marcar?"
---------------------------------------------------------------------
OBS.: Não é a toa que o cara ganha $500.000 por ano !
(Dica da minha querida tia Glória)
domingo, 11 de abril de 2010
O Filme dos pássaros
Gosta de belas imagens? Expanda sua tela e curta estes pássaros maravilhosos, num vídeo genial de Andrew Zuckerman:
Tirei do Sátiro
BIRD film from Andrew Zuckerman Studio on Vimeo.
Tirei do Sátiro
sexta-feira, 12 de março de 2010
Da série: Desafios da educação
Esta hilariante gravação do telefonema de uma criança querendo a demolição da escola onde estuda, com os professores dentro, merece ser ouvida. São minutos de puro deleite!
É por causa disso que eu trato meus alunos bem. Vai que eles queiram me explodir...
É por causa disso que eu trato meus alunos bem. Vai que eles queiram me explodir...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Quintas com Veríssimo

CRÔNICA DA LOUCURA
Luis Fernando Veríssimo
O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos. Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou.
Durante quarenta anos, passei longe deles. Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas.
Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal. O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco. Ninguém olha para ninguém. O silencio é uma loucura. E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se são rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses. Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo. E a sala de espera de um "consultório médico", como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu. Senão, vejamos:
Na última quarta-feira, estávamos:
1. Eu
2. Um crioulinho muito bem vestido,
3. Um senhor de uns cinqüenta anos e
4. Uma velha gorda.
Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia
do principio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.
(2) O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até
aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do "Harmonia do Samba"? Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza. O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma arma lá dentro. Podia ser perigoso. Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.
(3) E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo de viver. Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assuou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual? Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido.
(4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava. Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.
Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista. Conto para ele a minha "viagem" na sala de espera.
Ele ri, ..... ri muito, o meu psicanalista, e diz:
- O Ditinho é o nosso office-boy.
- O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades.
- E a gordinha é a Dona Dirce, a minha mãe.
- E você, não vai ter alta tão cedo...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Empreendedorismo na veia - William Kamkwamba
William Kamkwamba, 22 anos, estudante
Sucata, uma bicicleta enferrujada, dois livros amarelados de física elementar, peças de um motor achadas em um ferro velho e, acima de tudo, muito esforço e criatividade. Foi com esse material que fez com que a vida de William Kamkwamba, que passava fome na parte rural do Malauí, virasse do avesso.
Aos 14 anos, o menino largara a escola – sem dinheiro para os US$ 80 anuais exigidos por aluno – e era forçado a cavar o chão em busca de raízes ou cascas de banana, os únicos alimentos possíveis em meio à seca que matava de inanição os habitantes de seu vilarejo, Wimbe. Falido, faminto e sem perspectivas, decidiu parar de imaginar que as coisas se resolveriam com um milagre: era melhor se virar com que tinha, e bem rápido.
Em abundância, havia sol, vento e sucata. "E se eu tentasse fazer algo com isso?", pensava, folheando os livros de ciência de uma minúscula biblioteca improvisada pelo governo norte-americano. Mesmo sem saber inglês, a língua em que as obras eram escritas, fascinava-se com a imagens que mostravam geradores de energia, inexistentes na sua vila e em grande parte do Malauí, o 138º país do mundo em geração e consumo de eletricidade. Por lá, isso é luxo de 2% da população.
Mas foi só quando topou com a capa do livro didático Using Energy, estampando um moinho de vento, que uma lâmpada acendeu em sua cabeça. "Com aquilo, tudo melhoraria. Poderíamos bombear água, aumentar nossas colheitas. Acabaria com a nossa fome", relembra, em entrevista ao Link. "Foi aí que decidi fazer um daqueles".
Seus familiares, vendo o moleque passando daqui pra lá com entulho e toras de madeira, pensaram que ele estava maluco. A certeza viria algumas semanas depois, quando ele derrubou algumas árvores de eucalipto e ergueu uma torre de mais de cinco metros de altura.
Sem incentivo, instrução e "nem noção do que era a internet", William confiava na intuição e nas noções básicas de física que recebeu no colégio. Mas até ele se assustou quando a pás se mexeram e, ao juntar dois fios a uma lâmpada, fez-se a luz.
Trivial para a maioria de nós, a literal gambiarra ("Extensão elétrica com uma lâmpada na ponta, que permite o uso da luz em diferentes localizações", segundo o Houaiss) mudou radicalmente a vida da vila, hoje movida por energia eólica, e ainda mais a de seu idealizador.
Aos 22 anos, Kamkwamba já palestrou no Fórum Social Mundial e no TED, o evento de tecnologia que recebe convidados como Bill Gates e Stephen Hawking. E, diga-se de passagem, foi aplaudido de pé por lá.
Sua história de superação virou até biografia, escrita em parceria com o jornalista Bryan Mealer. The Boy Who Harnessed the Wind (O Garoto que Domou o Vento, ainda inédito por aqui) ficou mais de um mês na lista de mais vendidos do New York Times e foi eleito um dos dez melhores de 2009 pela Amazon. Um documentário sobre ele já está agendado para 2011.
Hoje cursando o último ano da African Leadership Academy, na África do Sul, destinada a formar futuros líderes do continente, ele logo deve se mandar para os EUA. Lá seguirá na universidade e tentará angariar apoio para o seu projeto Moving Windmills, que ajuda vilarejos como o seu a se sustentarem apenas com meios renováveis. Veja só onde aquela gambiarra foi dar...
Para ler o texto completo, clique aqui.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Comerciais inesquecíveis - Cadbury "eyebrows"
Post especial para meus alunos de Gestão da Tecnologia da Informação noturno.
Enjoy!!!!
Enjoy!!!!
Comerciais incríveis - Tropicana
Vejam que propaganda bem bolada!
No dia 08 de janeiro de 2010, a Tropicana (maior empresa de sucos da América do Norte, parte do grupo Pepsi) iluminou a cidade de Inuvik, no Ártico canadense, que naquela época fica completamente às escuras durante a maior parte do tempo, assim como as demais áreas do pólo norte.
Eles encheram um grande balão de gás (hélio? fosforescente?) e criaram um "sol" que encantou os moradores.
Gostei especialmente da mensagem: "Porque nós acreditamos que manhãs luminosas fazem dias luminosos"
No dia 08 de janeiro de 2010, a Tropicana (maior empresa de sucos da América do Norte, parte do grupo Pepsi) iluminou a cidade de Inuvik, no Ártico canadense, que naquela época fica completamente às escuras durante a maior parte do tempo, assim como as demais áreas do pólo norte.
Eles encheram um grande balão de gás (hélio? fosforescente?) e criaram um "sol" que encantou os moradores.
Gostei especialmente da mensagem: "Porque nós acreditamos que manhãs luminosas fazem dias luminosos"
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Comerciais inesquecíveis: Nolan's Cheddar
Tirei do site "Bombou na web":
John Nolan, designer que trabalhou na animação de filmes como Harry Potter e Onde vivem os monstros, criou uma marca de queijos fictícia só para extravasar sua criatividade em vídeo. Na suposta propaganda, um ratinho se delicia com o queijo de uma ratoeira quando, naturalmente, acaba preso. Em vez de morrer, porém, o rato começa a fazer musculação com o ferro que deveria sufocá-lo. A brincadeira teve quase 400 mil acessos.
John Nolan, designer que trabalhou na animação de filmes como Harry Potter e Onde vivem os monstros, criou uma marca de queijos fictícia só para extravasar sua criatividade em vídeo. Na suposta propaganda, um ratinho se delicia com o queijo de uma ratoeira quando, naturalmente, acaba preso. Em vez de morrer, porém, o rato começa a fazer musculação com o ferro que deveria sufocá-lo. A brincadeira teve quase 400 mil acessos.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Baby rock star
Peguei essa preciosidade no blog do Olímpio Cruz Neto, com esse garoto sensacional incorporando um rock star. Imperdível, até para que não gosta de rock.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Vende-se Tudo

"No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi. Já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
As vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante.
Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo
desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida.
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções. Todas. Nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.
Desapego!"
(Enviado pela minha amiga Jaqueline)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
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