
Na página inicial da sua obra “Perdas e danos”, a escritora Lya Luft transcreve um pensamento de Katsushika Hokusai (1760-1849), artista plástico japonês, no qual ele descreve os anos de vida como uma possibilidade preciosa de adquirir sabedoria:
“Desde a idade de seis anos eu tinha mania de desenhar a forma dos objetos. Por volta dos cinqüenta havia publicado uma infinidade de desenhos, mas tudo o que produzi antes dos sessenta não deve ser levado em conta.
Aos setenta e três compreendi mais ou menos a estrutura da verdadeira natureza, as plantas, as árvores, os pássaros, os peixes e os insetos. Em conseqüência, aos oitenta terei feito ainda mais progresso.
Aos noventa penetrarei no mistério das coisas; aos cem, terei decididamente chegado a um grau de maravilhamento – e quando eu tiver cento e dez anos, para mim, seja um ponto ou uma linha, tudo será vivo”
(Katsuhika Hokusai, sécs. 18-19)
Profundo, não?
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QUE LEGAL! NA VIDA SEMPRE COISAS NOVAS. TALVEZ AS MESMAS COISAS, MAS A CADA ESTÁGIO DA VIDA VEMOS ESTAS COISAS DE MANEIRA DIFERENTE.
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